20 mixes, Música, Playlist

Vol. 11 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

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Depois da seleção “só vozes femininas”, da playlist só com eletrônico da semana passada, agora temos uma nova temática: só música brasileira. Foi bem mais fácil do que eu pensava! O segredo tá na percussão, claro, ajuda a manter o ritmo, mas um solo de Pepeu Gomes (que desgraçadamente não aparece na brilhante foto acima)  pode turbinar mais o fôlego para uma subida do que 20 tambores juntos.

Não podia deixar de colocar “Estrelar”, do Marcos Valle, por motivos óbvios, e o novo episódio ainda apresenta Jorge Ben, Russo Passapusso e a sensacional “Piranha” de Alypio Martins.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

Para ouvir sem conexão com a internet, o Spotify tem uma opção offline para assinantes. Ou você pode baixar cada uma naquele velho estilo e jogar a sequência no tocador de MP3.

Se você perdeu as primeiras playlists, você acha elas aqui. Ou no próprio Spotify, jogando meu nome de usuário na busca: spotify:user:shinsuzuki

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Escritos

O que você acha versus o que os outros acham

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Num começo de noite de uma sexta-feira surge a notícia de que Roberto Gómez Bolaños, criador de Chaves e Chapolin, havia morrido no México aos 85 anos. As próximas horas dentro do Facebook seguirão um roteiro já familiar nesses momentos: primeiro entra o “Caramba! Morreu fulano! Não posso acreditar!” seguido de “Então é verdade. Minha vida não seria a mesma sem ter visto fulano! Obrigado por tudo” ou “Tô vendo muita gente prestar homenagem agora. Nunca fui fã de fulano, mas sempre respeitei o trabalho. Que descanse em paz”.

Você retoma o que fazia antes ou começa a perder tempo em uma nova aba do navegador. Dez minutos depois, dá o comichão de espiar como anda o Facebook sob o impacto da morte de fulano. Você cede à tentação, interrompe seu trabalho e abre o Face. O primeiro post a aparecer é “Ai, posso falar? Muita gente vai querer me matar aqui, mas nunca aguentei assistir fulano. Que negócio mais sem graça era aquilo! Pronto, falei, ufa!”. Seis curtidas e um comentário.

A dinâmica é conhecida, mas ainda está para vir a geração que vai encarar essa sequência como parte natural da vida – “ué, o mundo é assim”. À atual, basta um leve esforço para lembrar o tempo em que não existia Facebook nessas horas. Morria alguém que todos conheciam e, fato, verbalizava-se mais ou menos o que se lê hoje na internet. Além dos lamentos e críticas, não demorava muito para aparecer piadinhas, um tempo em que os memes eram só no boca a boca (“quando Senna morreu só Damon Hill”).

Tudo suavizado, no entanto, pela preocupação social de não ofender o colega no contato cara a cara. Mesmo que alguém soltasse uma opinião mais direta, momentos depois ela se perderia ao vento. Raro era sair ofendido ou incomodado depois de jogar essa conversa fora sobre alguém que você conheceu pela televisão.

Hoje as distintas opiniões sobre fulano ou um tópico são bombardeios. Parabéns se você é indiferente a isso ou exerce um grande autocontrole diante da grande emissão de visões de mundo não solicitadas. Aos menos fortes, a realidade:

1. Você provavelmente vai continuar no Facebook

2. Sim, eu, você e a maioria das pessoas têm em alta conta as próprias visões e vamos nos julgar em posição de comentar os principais eventos do mundo hoje. Jaz morta a frase “ninguém pediu sua opinião”. Graus de babaquice nos posts podem variar, mas de forma geral vamos conviver com a ciranda de “eu acho que…”.

3. As opiniões contrárias à sua ou desafios diretos à ideia que você tem sobre determinado assunto (respostas ao seu post), se pronunciadas de forma equilibrada, possuem todo o direito de existir. Certas ironias inseridas devem ser toleradas.

Há sempre a considerável opção de rejeitar tudo e se mandar do Facebook. Mas se a ideia é permanecer, daquele jeito envergonhado (ó! Queria ser o amigo do vizinho do primo que deletou o perfil e “hoje está feliz da vida”), é preciso mudar a cabeça para conviver bem com essa dinâmica.

Aqueles que te ofendem tanto pela forma quanto pelo conteúdo devem ser eliminados da sua timeline. Todos os outros devem ser encarados com preparação zen.

Permanecer em qualquer rede social é aceitar doses diárias de ego trip alheia. E também ficar levemente aborrecido ou ter seu próprio ego lacerado ao se deparar de repente com um “que grande idiotice isso (insira algo que você goste ou respeite)!” dito pela pessoa com quem você tanto simpatizava.

É aquela solução fácil de falar e difícil de executar: não restará escapatória senão criar um equilíbrio. Há que prestar atenção em argumentos bem formulados que desmontam sua crença anterior. Acredite: seu ego sairá ferido, mas você sairá dessa melhor do que entrou. E há que deixar pra lá e perdoar os ataques de mau humor no Facebook contra as coisas que você ama.

Afinal, como levar a sério alguém que não soube compreender a genialidade de Chaves?

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Vol. 10 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

IconaPop

Eu confesso: o “música boa (e uma ou outra ruim)” não passa de marketing. Todas as músicas aqui são boas! Mas é só pra dizer que não temos absolutamente nenhum compromisso com o que é conhecido como “bom gosto”, aqueles nomes chavões que soltam para impressionar na rodinha das festas. “Ai, adoro Miles Davis-e-Chico Buarque-e-Cat Power”. Bom, todos esses artistas que eu adoro e também todos nomes seguros para não passar por uma pessoa de “mau gosto”. Se aqui pintar de gostar de sonzinho que coxinhas apreciam, azar nosso, admitiremos culpa no tribunal superior dos descolados sem problema. E é o caso da sensacional “I Don’t Care (I Love It)”. É música que David Guetta, que considero o maior mané da música eletrônica (mas se você gosta tá tudo bem), adora colocar em seus sets. É música de academia, música das 7 Melhores, e perfeita pra correr. Tinha que entrar obrigatoriamente.

E o que temos mais hoje? Hoje também é edição temática. Depois da seleção “só vozes femininas”, hoje só tem eletrônico. Pode vazar, roqueiro. Caribou, Modeselektor e apenas a melhor música para correr, “Mandarine Girl”, e a segunda melhor música para correr, “Hey Boy Hey Girl”. Edição comemorativa de 10ª semana!

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

Para ouvir sem conexão com a internet, o Spotify tem uma opção offline para assinantes. Ou você pode baixar cada uma naquele velho estilo e jogar a sequência no tocador de MP3.

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Auto-ajuda, Escritos

Sinais

Até céticos como eu precisam admitir que existe algo definido como “sinais” na vida. É um preâmbulo interpretado de diferentes formas. Religiosos mais inocentes, crentes na intervenção divina, dizem que “Deus está mandando um recado” e “enviando os anjos para te salvar enquanto é tempo”. Cientistas que estudam a teoria dos multiversos podem aceitar a ideia em “Interestelar” – calma que não é nenhum spoiler grave – de uma mensagem que supera os limites do espaço-tempo e viaja até você, vindo talvez de você mesmo em uma outra dimensão. Eu só tenho condições de observar “padrões”, uma palavra que friamente pode ser substituída por “sinais” sem ferir meu ceticismo.

Há algo bonito e emocionante em perceber que depois do preâmbulo interpretado de jeitos distintos tudo se unifica se algo acontece. É o que grosseiramente se chama de “quando a merda bate no ventilador”. É um instante igual para todos, um fato, e essa característica logo se desfaz quando se começa a querer entender o por quê do acontecido, a partir de teorias variadas (“karma”, “ofendeu a Deus”, “aleatoriedade”).

Na verdade eu erro em dizer que apenas o milésimo do acontecimento é uno, a forma universal. Também é a capacidade de intervir a tempo, independente do que a motiva, e evitar a sujeira arremessada pelas pás girando indiferentes.

“A vida te dá chances” pode ter o valor estético de um para-choque de caminhão ou de frase do biscoito da sorte chinês. Sua universalidade é incontestável.

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Vol. 9 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

 

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Duvida que dá pra correr com Bob Dylan e Van Morrison em um mesmo mix? A gente prova aqui. “Tombstone Blues” já foi testada e aprovada diversas vezes. Prestar atenção na letra no meio da corrida é muito bom. Às vezes dá até vontade de chorar. Mas isso é papo pra uma outra playlist. O Van Morrison, bom, aparece na verdade em uma versão disco do Santa Esmeralda. E é “Gloria”, aquele mesmo hit que Doors, Patti Smith e tanta gente boa já gravou.

Aliás, essa tá no meio de uma sequência meio pista de dança, com a nova do Mark Ronson (+ Bruno Mars), Justin Timberlake, Tim Maia e Daft Punk. Baixou a adrenalina, começou a caminhar e relaxar? Entra o Real Estate, que, aliás, toca nesta semana em São Paulo.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

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Música

Me peguei amarradão nessa música

Adoro reler esse texto de 2006. Aí resolvi encarar a música em questão a sério.

Dave Simpson

It’s September 17, and I have just been unceremoniously dumped by my partner of 17 years. In this moment of true weakness and despair, a song comes on the radio.

“How can I just let you walk away? Just let you leave without a trace? When I stand here taking every breath with you, ooh, ooh. You’re the only one who really knew me at all …”

At this moment, Against All Odds by Phil Collins speaks to me like nothing has spoken to me in my entire life. Reaction is predictable: “Get a grip, man!” pleads my editor. But another friend shares a similarly harrowing experience: “The trouble with breaking up is it seems like every bloody song is about you.” The next few days see similarly revelatory/embarrassing experiences involving Barry Manilow (“Let’s hang on to what we’ve got”) and even the Beatles’ infernal We Can Work it Out. But in the carnage I remember that when I was very young, songs’ words – not tunes – initially got me hooked. I remember being captivated by the stories in songs like Leader of the Pack (death by motorcycle) and Seasons in the Sun (terminal illness), believing that these were real people’s stories. As an adult, I find a strange joy in re-experiencing that feeling and pledge to hold on to it in 2007. Mind you, my girlfriend was absolutely right to dump me. I mean, who’d be saddled with someone who listens to Phil bloody Collins?

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Vol. 8 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

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Hoje só tem mulheres cantando. E não muda nada. Digo, embora a playlist seja temática, as músicas continuam diagonalmente diferentes umas das outras dentro da playlist, como de costume. Mas, como diria o Neguinho da Beija-Flor , “melhor que uma mulher, só dez mulher”. Então hoje temos 16 músicas com mulheres nos vocais principais.

Na verdade 15, né? Por que a Taylor Swift, que lançou uma das melhores músicas pra corrida em 2014, tirou todas as faixas dela do Spotify justamente na semana que passou. Ela tem suas razões. Mas atrapalhou a playlist. Tudo bem. Você pode baixar cof cof cof legalmente “Shake It Off” e colocar numa playlist com as músicas abaixo. A ideia era colocar de segunda da sequência.

Que mais? Começa com Janelle Monáe passa por Bikini Kill e chega até Elza Soares. Pra desacelerar, duas músicas, uma da Lianne La Havas e outra da Marcia Griffiths, a rainha do reggae.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

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Vol. 7 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

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Endorfina é bom demais. Aliás, a principal razão pra eu manter a disciplina nesses anos todos é porque ouvir música sob a liberação de endorfina tem um efeito muito marcante. Esse estudo mostra o que acontece com o seu cérebro nessas condições. Com a playlist certa, esse efeito se intensifica. De certa forma, minha devoção toda por isso tem um pouco do lance dos noias. Mas faz bem pra saúde.

Vamos ao episódio de hoje: temos a música sobre pé na bunda mais engraçada da história (“Song for the dumped”), “Helter Skelter” dos Beatles pelo Aerosmith (porque o Spotify não pode tocar Beatles!), uma faixa que você tinha certeza que era aquele hit do Stereo MCs e uma música tensa do Radiohead que ganhou um clima beeeem tranquilizante pelo Zero 7 – a escolhida para começar a diminuir a velocidade.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

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Vol. 6 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

corridaRessaca brava, né? Sensação de sangue preso e o escambau. Hora de voltar à vida normal, deixar de se estressar com posts no Facebook. Então essa playlist vai na onda do “Corre corre erê” que a Karol Conka canta e o fato de ela não ser uma das estrelas da música brasileira é um dos sinais de “olha quanta coisa errada no país”. Mesmo.

O que mais? Eu repito Todd Terje (pela primeira vez eu repito um artista na série) porque, além de ter feito um dos discos do ano, ele é perfeito pra correr. A playlist ainda tem Diana Ross e Ramones e você vai saber que os dois juntos vão fazer sentido na corrida. “Spill the Wine”, de Eric Burdon com o War – uma música que merece uma versão com vocal feminino – foi a escolhida para começar a diminuir a velocidade.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

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Vol. 5 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

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Tenho um monte de amigos e pessoas cujo gosto eu confio que colocam Sopranos como a maior série da história. É muita gente boa falando isso, então deve ser. Ainda não dei a atenção necessária, mas um dia isso rola. Certeza. De qualquer forma, nos três capítulos que eu assisti, a música de abertura sempre era de arrepiar. E empolga pra correr, isso eu já posso garantir. Empolga a ponto de você querer sair dando uns sopapos na cara de alguém que não pagou o pedágio de Tony. Tá, isso não é legal de imaginar.

O que mais? Afrikan Boy faz um dos melhores usos para um sample de Fela Kuti, tem aquela música que você pensa que é do Soft Cell, tem a Emiliana Torrini, uma Björk que dá pra correr ouvindo, e o Roy Ayers foi o escolhido para começar a diminuir a velocidade.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

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Os classificados dos ônibus de São Paulo informam

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Vol. 4 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

bowie_jbAlém de acompanhar a corrida, a trilha sonora de hoje revê uma história bem curiosa. Você sabia que James Brown já roubou uma música de David Bowie?

“Fame” teve seu (dã) famoso riff criado por Carlos Alomar, um guitarrista que havia trabalhado com James Brown por 9 meses. Contam que foi uma cópia na caradura: JB ouviu a música lançada por Bowie em 1975 e imediatamente mandou sua seção de metais replicar a melodia principal. Aqui na playlist “Fame” entra na versão remixada de 1990, mais ritmada pra uma corrida.

O que mais? The Cure serve sim pra correr, The Roots tem um riff sensacional para os momentos iniciais do exercício, essa do Foster the People é irresistível e Jungle foi escolhida para começar a diminuir a velocidade.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

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Vol. 3 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

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Para acabar com a ressaca pós-eleição, uma opção é manter-se bêbado ou há a saída igualmente bacana de correr e suar as mágoas. Aí entra o terceiro episódio da série 20 mixes em que dá para mandar uns “Fuck You” do Cee-Lo Green, em que tem um hit (que eu acho injustamente esquecidão) do Prince e o remix do Quincy Jones pra “Blue Monday” do New Order (mais ágil que a original).

Ainda acho o ponto alto ouvir “Conscience Killer” do Black Rebel Motorcycle Club quando a endorfina bate.

Desconfio que a preferida no entanto vai ser “My Favorite Game”, da Nina do clipe na foto acima.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

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Vol. 2 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

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No segundo episódio da série, temos Motörhead, e isso é bastante a dizer. “Ace of Spades” é uma das músicas perigosas para ouvir ao volante. Como a ideia é correr com pernas, acho que é possível dizer que aqui dá pra experimentar prazer e adrenalina em segurança. Rock ‘n roll, baby. Mas nem tanto.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo. Vai começar já correndo? Se quiser, pula a primeira.

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