20 mixes, Música, Playlist

Vol. 16 – 20 Mixes pra Correr com Música Boa (e uma ou outra ruim)

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Muito quente pra correr, né?

Bom, saindo antes das 8h da manhã ou à noite, dá pra encarar e ter corridas ainda melhores do que o habitual – quebrar a rotina, descobrir novos horários, aquele lance do limão e da limonada.

Mas é verdade que esses dias têm sido bravos para quem tem horários limitados. Pensando nisso, esse novo episódio servirá tanto pra corrida quanto pra festa na piscina. Afinal, a gente sempre tem tempo pra festa na piscina. É o 20 Mixes edição de verão.

Tem Pharrell (fica tranquilo que não é “Happy”), Ladyhawke, Goldfrapp, Little Dragon e Lindstrøm & Christabelle.

Acaba com uma das músicas mais relaxantes da história, o fim de festa épico, o pôr do sol na piscina:” Feel It All Around”, do Washed Out.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo.

Se você procura uma playlist temática, já tivemos a seleção power pop, soul/funkvozes femininas, a só com eletrônico, a de rock clássico e a de música brasileira.

Para ouvir sem conexão com a internet, o Spotify tem uma opção offline para assinantes. Ou você pode baixar cada uma naquele velho estilo e jogar a sequência no tocador de MP3.

Se você perdeu as primeiras playlists, você acha elas aqui. Ou no próprio Spotify, jogando meu nome de usuário na busca: spotify:user:shinsuzuki

Vamos agora ao Vol. 16:

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Auto-ajuda, Cinema, Escritos, Música

“Whiplash”: precisamos de pessoas escrotas para nos levar além?

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“Not quite my tempo.” Não está bem no meu andamento. Esse é o bordão de “Whiplash – Em Busca da Perfeição”, em um momento de pré-ebulição do filme, uma cena em que o professor está próximo de submeter um de seus alunos a uma sequência de humilhações morais até obter a resposta certa.

É um filme sobre jazz, sobre música, mas não há feeling, é pura mecânica do ritmo, como se o negócio fosse matemática. Ele se desenvolve em boa parte como um “Karatê Kid” menos inocente, o conto do menino com cara de bonzinho que enfrenta uma sequência de provações e consegue ir além de seus limites – o roteiro inclui um twistizinho nesse esquema lá para o final.

A história, de qualquer forma, levanta uma bola interessante. Uma pessoa escrota no papel de tutor e com grande domínio de uma técnica é imprescindível para a grandeza de um resultado?

“Whiplash” defende essa tese com ressalvas. Digamos que espalha ao longo do roteiro uma ou outra senha para indicar que essa via pode ser perigosa e que não está glorificando o tratamento de choque. Mas, para entrar na pele do protagonista e vivenciar o clímax, o espectador precisa aceitar que a superação tem como condição passar por abusos morais e, às vezes, físicos.

“Não há duas palavras mais prejudiciais no inglês do que ‘good job'”, diz o mestre carrasco ao garoto. Essa fala parece direcionada a uma cultura atual que defende o elogio e o reconhecimento como forma de incentivar seus pupilos. Dá a entender que vivemos uma zona de conforto permanente, de alunos e subordinados mimados.

A superação é formadora de caráter, nos orgulhamos de ter passado por provas de fogo e estamos aqui para contar como fomos fortes. Mas é necessário passar por um relacionamento abusivo, por tortura psicológica ou desprezo público?

No livro “Rápido e Devagar – Duas Formas de Pensar”, o prêmio Nobel Daniel Kahneman conta a história de erros, acertos e broncas em pilotos da força aérea israelense. Em seu estudo, ele descobriu que estatisticamente a escrotidão do mestre não é determinante para melhorar a performance do pupilo.

Ele chama isso de “regressão à média”. Pilotos que tiveram uma performance muito ruim conseguiram um resultado muito superior no voo seguinte. A comida de rabo dada no cadete, no entanto, levava o crédito pela virada no jogo. Kahneman constatou que o piloto teria um desempenho melhor de qualquer forma. Não é bem um “tanto faz”. O que foi analisado aí foi a crença na relação causal mestre escroto-aluno melhor.

Descobertas como essa não diminuem a fascinação por figuras como Steve Jobs, gênios mercuriais que não param de exigir o melhor nem na hora de tomar café (Jobs fez um barista chorar porque o preparo não estava do jeito que ele queria).

É inegável que superar dificuldades é marcante e positivo na vida de qualquer pessoa. Nos faz melhor. Mas legitimar a escrotidão como força-motriz só tem graça em um Pai Mei, o mestre chinês das artes marciais de “Kill Bill”. Sua eficiência é muito mais folclore, daqueles que ficam bons em história.

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20 mixes, Música, Playlist

Vol. 15 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

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“Power pop” é talvez o gênero dentro do rock que mais aceite membros. Definem como uma mistura de hard rock e pop com acordes bem abertos. Ou seja, dá pra colocar muita coisa debaixo disso.

Basta uma melodia fácil, feliz e um pique rápido que dá para dizer que é power pop. De qualquer forma, é uma receita que ajuda bem numa corrida.

E tem muita banda boa identificada com esse rótulo, como Teenage Fanclub, New Pornographers, Lemonheads e Big Star.

Todas elas estão na seleção deste volume 15, que ainda tem Replacements, Oasis, Sleater-Kinney e Cheap Trick.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo.

Se você procura uma playlist temática, já tivemos a seleção soul/funkvozes femininas, a só com eletrônico, a de rock clássico e a de música brasileira.

Para ouvir sem conexão com a internet, o Spotify tem uma opção offline para assinantes. Ou você pode baixar cada uma naquele velho estilo e jogar a sequência no tocador de MP3.

Se você perdeu as primeiras playlists, você acha elas aqui. Ou no próprio Spotify, jogando meu nome de usuário na busca: spotify:user:shinsuzuki

Vamos agora ao Vol. 15:

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Vol. 14 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

medium_sharon_jones_4.2Playlist para começar 2015.

É duro dizer isso, mas promessas de ano novo, principalmente as relacionadas a mexer com o corpo, estão fadadas a fracassar. Cumpri-las é exceção. A gente fala que, virando o ano, os novos hábitos vão entrar na vida, aí a hora H chega e se mostra bem mais difícil do que o planejado. Normal.

É só relacionando o exercício com algo prazeroso para você que a coisa engrena. Ouvir música funciona para mim, é o meu grande motor. Talvez não seja suficiente para outras pessoas e o desafio é encontrar o que se encaixa para cada um.

E mesmo assim a preguiça vai bater de vez em quando. Uma vez pensei que a vida se leva percebendo qual é o momento de abraçar a preguiça ou enfrentá-la (costuma resolver não pensar. É o “vai lá e faz”, literalmente. O “penso logo desisto” de fato é uma grande verdade).

Fim da parte autoajuda. A primeira playlist do ano é temática, uma que já estava planejada há um tempo, uma só de soul e funk, que mistura sons antigos e de agora. Tem os medalhões James Brown, Parliament e Kool & The Gang que ajudam nos hits reconhecíveis de cara e tem The Bamboos, Breakestra, The Budos Band e Sharon Jones & The Dap Kings (da foto ao lado) – nomes que talvez muita gente não conheça mas certeza que vão agitar a caminhada. A faixa final para relaxar desta vez é sexy, erótico mesmo, com “Jungle Fever” do Chakachas.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo.

Se você procura uma playlist temática, já tivemos a seleção “vozes femininas”, a só com eletrônico, a de rock clássico e a de música brasileira.

Para ouvir sem conexão com a internet, o Spotify tem uma opção offline para assinantes. Ou você pode baixar cada uma naquele velho estilo e jogar a sequência no tocador de MP3.

Se você perdeu as primeiras playlists, você acha elas aqui. Ou no próprio Spotify, jogando meu nome de usuário na busca: spotify:user:shinsuzuki

Vamos agora ao Vol. 14:

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Música, melhores do ano

As músicas que eu mais curti em 2014

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Como já é marca dos últimos tempos, descobrir música boa é uma questão de cavucar. Já não entregam de bandeja. Pra quem se dispõe a procurar as fontes, sempre há recompensas. Como eu não me fixo em um gênero só, a sequência das minhas favoritas lançadas neste ano ruma pra várias direções, até contrárias. Nada de coerência, mas o que importa aqui é se são músicas que melhoraram a minha vida neste ano.

No final, uma playlist junta todas as músicas. As que não estiverem lá no Spotify eu deixo o link do YouTube.

Mamani Keita – Fanatan: A música do Mali sempre me traz coisa boa e essa ainda tem algo que soa Nação Zumbi, meio a guitarra do Lúcio Maia. É a faixa que eu mais toquei no ano.

Russo Passapusso – Paraquedas: Poucos discos no Brasil foram tão vibrantes como esse, um clima meio carnavalesco nas entrelinhas.

Alt-J – Left Hand Free: Eles disseram que essa é a música convencional deles. Se eles quiserem dizer no sentido de ser chato ou ruim, erraram feio.

Perfume Genius – Fool: Música pop escrita com muito talento. Uma versão mais radiofônica, com vocal feminino, era pra pegar topo da parada.

Caribou – Silver: Eu demorei pra entrar nesse disco, mas uma vez nele, foi para me apaixonar.

Todd Terje – Delorean Dynamite: Não sei muito explicar, mas as músicas dele mudam o meu humor pra melhor instantaneamente. Esse clipe (de uma outra música) feito por um fã é pura felicidade

Jessie J (com Ariana Grande e Nicky Minaj) – Bang Bang: Uma das coisas boas de aceitar e abraçar o pop descarado é poder curtir sem culpas umas músicas como essa. Que é excelente e ponto.

Taylor Swift – Shake It Off: Idem a anterior e idem o sentimento das músicas do Todd Terje. Ela não quer estar no Spotify. Ó o vídeo então:

Silva – Entardecer: Uma boa geração de compositores está passando despercebida do grande público por uma série de razões. Uma pena uma música assim escorrer pelo ralo.

Beck – Morning: É o Beck sofrido, vulnerável, de “Sea Change” de volta e ele de novo consegue criar muita coisa bonita nesse novo álbum.

Sharon Van Etten – Your Love Is Killing Me: Falando em sofrimento: essa música. A letra é parte importante do impacto dessa música. Algumas pessoas precisam sair de certos relacionamentos, mesmo que reconheçam alguma forma de amor lá.

Angel Olsen – High & Wild: Da simplicidade sai beleza também.

Future Islands – Seasons: Sabe aquela emoção à flor da pele que dá no ridículo e você então se prefere se conter e manter a elegância? Essa música, um Rod Stewart com sintetizadores, e, principalmente, essa performance abaixo são exatamente o contrário disso.

Spoon – Rent I Pay: Rock sem nenhuma novidade, sem nenhuma invenção, é bom também.

Perfect Pussy – Big Stars: O nome é melhor que a música da banda em geral, mas essa faixa, uma versão rejuvenescida de algo da Sleater-Kinney, é fera demais.

St. Vincent – Birth in Reverse: Não compartilhei o mesmo entusiasmo de outras pessoas pelo disco inteiro, mas essa música é ótima.

Celso Sim – Beijo na Boca: A guitarra na música brasileira, que já chegou a ser tabu, tem contribuído com muita coisa boa no sons daqui ultimamente.

Ava Rocha – Você Não Vai Passar: A filha do Glauber soa bastante como a Gal Costa. Bem, ser comparada com uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos deve ser um elogio. Tem lugar na Ava para muita coisa boa pela frente. Não tem no Spotify, tem no YouTube:

Hailu Mergia & The Walias – Yemiasleks Fikir: Como o Mali, a Etiópia também me dá muitas alegrias, com caras como Mulatu Astatke. Essa música tem uma delicadeza impressionante, de derreter o ouvinte. A melodia remete à música japonesa, em uma ponte improvavél.

Real Estate – Past Lives: Não é exatamente o tipo banda que eu gosto, mas me apaixonei por esse disco suave, que felizmente não chega a ser “fofo”, com dedilhados muito bonitos e letras agridoces como a dessa música. Ouvi tanto essa que enjoei e cheguei a cogitar colocar “Crime”. Mas seria injustiça.

A Sunny Day in Glasgow – In Love with Useless (The Timeless Geometry in the Passing Tradition of Passing): Uma banda apaixonada por títulos longos, por sinal. Acho que eles nunca vão reencontrar o mesmo brilho do disco de estreia, mas eles não querem se repetir e isso é bom. “Sea When Absent” é bastante sólido e não deixa de fazer um shoegaze sem fixação com o passado.

Aphex Twin – minipops 67 [120.2]: É muito bom ter um gênio de volta entre nós, um gênio pra valer. Basta dizer isso.

Ariana Grande & Iggy Azalea – Problem: Hit irresistível e o contraste vocal entre as duas funciona muito bem, embora ache que Iggy Azalea não vá durar muito.

Flying Lotus – Turkey Dog Coma: Finalmente o sobrinho de Alice Coltrane abraçou o jazz com toda a força e fez um disco estranho e desafiador.

Scott Walker & Sunn 0))) – Fetish: Não deixa de ter razão quem diz que isso é um “troço inaudível”. O jornal “Daily Telegraph” disse que é música pra sadomasoquistas. Não tenho nenhuma atração por dor física, mas se isso é sadomasquismo sonoro, pois é, eu devo ser adepto.

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“E eu saí de lá pensando em tudo na vida. Entende?”

Não quero perder esse belo depoimento. O Instapaper não me deixa salvar o link do Facebook. E não se sabe se o Facebook vai durar nem se vamos achar esse texto por lá tão fácil. Então…

Quando eu entrei no Olympe, o melhor restaurante do Rio, ontem, achei tudo bonito.

A mesa, cheia de talheres, de taças. Vários pratos. Tudo limpo, silencioso, tinha flores, garçons mais educados no trato que muito universitário ativista libertador do mundo.

Eu fui nesse restaurante por causa da Su. Ela queria me levar prum SPA, e eu sou homem de SPA? Eu, todo gordo?

Como recusei, decidi ir a algum lugar que ela, como aluna de gastronomia, gostaria de ir. Eu tinha guardado uma grana pro meu aniversário e, como não sou de comprar nada, decidi fazer algo com ela.

Ela escolheu o Olympe. Su não tem meio termo. Morou em São Francisco, meu amigo. Sabe falar “Cordon Bleu” igual francês.

Antes da comida chegar, toda uma cerimônia, uma servição de água mineral, um cardápio fortemente fornecido nos argumentos financeiros, mas eu olhei em volta, e me senti pequeno.

Meu primeiro emprego foi de porteiro. Um dos melhores empregos que tive foi vendedor de revista religiosa. Na rua. Já entreguei quentinha, já entreguei propina, já pulei muro de trem.

Eu travei. E chorei uns minutos. Não merecia estar ali, e no entanto, estava.

Veja, como é a vida.

Uma atriz, sentada ao nosso lado, disse ao maitre: “Tem alguma coisa nova? Me traz algo novo, por favor.”
E pra mim, tudo ali era novo, distante, outro mundo.

O conflito entre o eu pobre e o eu menos pobre que pôde ir no Olympe pra comemorar a única vez na vida em que fará 40 anos foi forte no momento em que a comida chegou.

Eu chorava na frente da Su, e não tava disposto a dar explicações. Meu camarada: ser pobre é uma merda. Você nunca vai se achar um dia apto pra desfrutar a vida. A pobreza é uma parada que fode a alma da galera mundo a fora.

O chef veio conversar com os clientes nas mesas, e com a gente.

Foi quando chegou o Boeuf de mignon com One Thousands of Sacanagens e molho de Bagulets Frescos, e a primeira coisa que eu falei pra ele, sem lhe devolver o boa noite, foi:

-Como se come isso?

Claude sorriu e me disse: Como você quiser, meu caro. Com garfo, faca, com as mõons, como quezer.

Eu desmontei o prato, bonito, e passei a faca na carne. Foi quando percebi que ele me olhava, curioso, e perguntou o que estávamos achando.

Só lembro mesmo disso.

Porque a resposta deu origem a quase uma hora de conversa, sobre a vida, o Brasil, a Zona Norte, a época em que ele trabalhou como chef para o Fernando Henrique, a minha cachorra, Madureira, as histórias de vida da Su, meu aniversário, e a diferença entre o podrão de Marechal Hermes e a comida servida ali.

A atriz acabou entrando no papo. Meio que todo mundo juntou as mesas.

No fim, veio uma sobremesa com vela, e o time todo cantando parabéns.
Eu pensei muito na vida, como um silêncio naquela hora, que a vida passa, e que comemorar enquanto dá é o caminho.

Quando levantei pra ir pagar a conta, o maitre disse que Claude nos dava o jantar como convidados dele. Eu levantei e dei um abraço em todo mundo que vi pela frente. E meu cartão do Bradesco gritava Aleluia.

Eu dei um abraço no Claude, disse que tinha como pagar, mas ele disse que não tinha nada a ver. A noite foi importante pra ele. Ele queria me dar isso.

E nos levou na cozinha. E a Su conheceu tudo. E ganhamos um vinho. E o convite pra voltar em 3 de dezembro de 2015.

E eu saí de lá pensando em tudo na vida.
Entende?

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Vol. 13 – 20 mixes pra correr com música boa (e uma ou outra ruim)

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É hora de relaxar. Mesmo sem os presentes de Natal comprados, certo? Então vamos com uma sequência descompromissada, com faixas que soam mais relaxadas para uma corrida de fim de ano tranquila, só pra pré-compensar a farra gastronômica que vem por aí (você não vai ficar no peito de frango e batata doce, né?, PLMDDS).

A sequência tem o Tom Tom Club da foto acima, com aquela que você vai falar “mas isso não é de uma música da Mariah Carey?”, Chromeo, Cake, Meghan Trainor, Blackalicious e “Why Can’t We Be Friends”, do War, para acabar em clima de paz.

A série tem playlists de 50 minutos a 1 hora, contando o tempo pra aquecer e aqueles minutos finais de caminhada e baixando o ritmo.

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Para ouvir sem conexão com a internet, o Spotify tem uma opção offline para assinantes. Ou você pode baixar cada uma naquele velho estilo e jogar a sequência no tocador de MP3.

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Vamos agora ao Vol. 13:

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