Livros

Amor

azul

 

Uma bela passagem da HQ “Azul É a Cor Mais Quente”, de Julie Maroh. Se você está a fim de ler esse livro e não gosta de spoilers, talvez não seja uma boa prosseguir.

“Você tinha perguntado se eu acreditava no amor eterno. O amor é abstrato demais, indiscernível. Ele depende de nós, de como nós o percebemos e vivemos. Se nós não existíssemos, ele não existiria. E nós somos tão inconstantes… Que o amor não pode deixar de sê-lo também.

O amor se inflama, morre, se quebra, nos destroça, se reanima… nos reanima. O amor talvez não seja eterno, mas ele nos faz eternos…

Para além da nossa morte, o amor que nós despertamos continua a seguir o seu caminho”

O original:

“Tu m’avais demandé si je croyais que l’amour eternel existe. L’amour est quelque chose de trop abstrait et d’indiscernable. Il est dépendant de nous perçu et vécu par nous. Si nous n’existions pas, il n’existerait pas. Et nous sommes tellement changeants… Alors l’amour ne peut que l’être aussi.

L’amour s’enflamme, trépasse, se brise, nous brise, se ranime… nous ranime. L’amour n’est peut-être pas éternel mais nous, il nous rend éternels…

Par-delà notre mort, l’amour que nous avons éveille continue d’accomplir son chemin.”

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